quinta-feira, 26 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008

Só faltava essa: lingerie com GPS
Sim, é um tanto bizarro, mas a grife de moda Lindelucy conseguiu associar uma lingerie com GPS de monitoramento. O lançamento ocorreu na versão 2008 da Fenit (Feira Internacional da Indústria Têxtil), que acontece no Anhembi, em São Paulo. O espartilho branco custa R$ 2 mil e possui um compartimento especial para o GPS. Quem possui login e senha pode acompanhar todos os passos que a usuária deu durante o dia pela internet. O projeto custou R$ 50 mil e as peças são feitas sob medida e sob encomenda.
Lúcia Iorio, proprietária da grife de Juruaia-MG, veio inaugurar seu produto em São Paulo já esperando polêmica. “A primeira pergunta que os repórteres fazem é se não se trata de um produto machista. O GPS na lingerie não é um cinto de castidade, mas um instrumento de fetiche para a mulher atraente e descolada”, diz. “Nosso slogan é ‘ache-me se for capaz’, enfatizando o domínio feminino sobre o homem”.
O lançamento irritou feministas presentes ao evento. “Isso é igual a fazer xixi no sapato para demarcar território. Como se não bastasse os olhares, cantadas nada criativas e comentários que nos enojam, agora tem gente querendo saber onde metemos nossos peitos. Só uma mulher muito submissa mesmo para tolerar tal controle”, protestou para nossa reportagem a publicitária Karen Valente, 25 anos.
Autora de um polêmico texto sobre uma das brasileiras que foram expulsas da Espanha no começo do ano, a jornalista Talita Ribeiro também se manifestou sobre o assunto.
Rastrea-dor?
Um espartilho branco lindo com um aparelhinho pendurado, essa é a primeira impressão quando você vê a lingerie GPS. Mas, para que serve aquilo? Faz ligações? Tem mapas? Envia mensagens? Não.
Tem apenas o objetivo de rastrear, enviar informações sobre onde você esteve durante o dia, quais foram seus passos, o caminho escolhido... Mas ele, diferente de outros modelos de GPS, não diz se foi a melhor escolha, nem aponta para onde deve ir.
Seu marido, namorado, pai ou irmão, pode saber exatamente onde você está agora, mas não como se sente. Isso é, se você deixar. Há o botão off para quando quiser sumir do mundo, ou pelo menos da telinha do computador dele.
Mas, não se engane. O príncipe encantado não a encontrará “por acaso” através do aparelinho, apenas quem tem o seu login e senha pode acessar suas coordenadas. E aquele que está ao seu lado, e não é assim tão idealizado, não terá mais o prazer de viver um encontro por pura sincronicidade.
Bem vinda à modernidade, onde até mesmo as armas de sedução estão previamente combinadas.
(Jesse Navarro)
terça-feira, 17 de junho de 2008

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram."
Não me encaixo mais aquele espaço, as pessoas já não são as mesma, as risadas foram substituídas por risos amarelados, o que era feito com prazer passou a ser obrigação, o que era sugestão virou ordem, onde se sentava uma amiga agora tem uma chefe, já não pertenço a esse universo gelado onde as pessoas não se olham nos olhos.
sábado, 14 de junho de 2008

Melancólica e depressiva assim me sentia enquanto as letras subiam na tela.
O filme "Control" nos transporta para uma atmosfera cinza e triste; retrata como a vida apesar de termos família, emprego, conhecer varias pessoas pode ser sem graça e vazia,
Mesmo pq família pode ser aquela coisa morna, o emprego broxante, e as pessoas? muitas delas não nos acrescentam nada.
Bom, por essa ótica não é de se estranhar que o fim dessa história seja um suicídio, eu particularmente sou covarde para realizar tal ato, me falta coragem e me sobra curiosidade para conhecer as varias possibilidades que a vida nos reserva. Confesso que sou um tanto ansiosa por essas possibilidade e por conta disso as vezes mete os pés pelas mãos, mais isso não é ruim, desta forma posso tomar novos rumos e ter outras experiências, assim quanto estiver velha e esquecendo de tudo, posso morrer dormindo e sem sofrimento.
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